Dentro da linguagem acadêmica e também do handebol mundial, as posições ofensivas são chamadas de ‘postos específicos’. Ou seja, há especificidade, logo, o jogador que joga em um determinado posto específico está ali porque treinou bastante para jogar nessa posição em específico.
Portanto, falar em postos específicos no handebol significa pensá-lo quando jogado com equipes que já estão adentrando em um processo de especialização de seus alunos/atletas, que devido à evolução do processo de treinamento/aprendizagem, já conhecem sistemas defensivos e ofensivos em zona.
Falaremos, nesse item, de fases de aprendizagem e as posições do handebol de acordo com essas fases.
INICIAÇÃO:
Quando na iniciação ao handebol, não se deve pensar em postos específicos, pois os alunos devem aprender a deslocarem-se e buscar os espaços vazios mais próximos da área adversária, para ali receber a bola e buscar fazer gols.
Quando se pede para que joguem em posições, estar-se-á, na realidade, impedindo que esses alunos aprendam naturalmente um pouco de todos os postos específicos do handebol. Deve-se, portanto, partir da visão geral e não encerrar o ensino nas especificidades.
Geralmente, na iniciação, a marcação adversária é individual, o que faz do ataque em zona algo negativo para a equipe atacante, pois ao jogar em posições específicas ficará muito fácil para uma defesa individual marcar a equipe.
Então, na iniciação, podemos dizer que não deve haver postos específicos, pois ao centralizar o ensino nessa forma de jogar, o professor estará andando na contramão do processo de aprendizagem geral da modalidade.
ESPECIALIZAÇÃO:
O Processo de especialização no handebol traz novas etapas de aprendizagem. Dentre elas, aprender os primeiros princípios defensivos em zona.
Defender em zona significa ter responsabilidade por uma determinada região da quadra o que traz consigo novas necessidades ofensivas.
Uma estratégia inicial de defesa em zona é a defesa ‘por aproximação’.
Defender por aproximação significa que eu, enquanto defensor, fico em uma determinada parte da quadra cercando um determinado jogador que está perto de mim. Se ele se move dentro de minha zona, eu o sigo, mas se ele começa a se afastar muito, eu devo procurar outro jogador mais próximo para marcar, e aquele que eu estava marcando, deverá ser marcado pelo jogador de defesa que está protegendo a zona em que ele foi jogar.
Ao defender por aproximação, as movimentações ofensivas param de surgir efeito, já que a defesa ‘cada vez mais se move menos’ ao ficar fazendo trocas de marcação o tempo todo.
Essa nova demanda mostra para a equipe que ataca que correr de mais pode ser perca de tempo, pois enquanto o ataque se cansa, a defesa descansa e esta última sempre terá vantagem na marcação.
Essa necessidade faz surgir, como reflexo da aprendizagem de defesa em zona, o ataque em zona.
Atacar em zona significa criar certa especificidade na ação dos jogadores, e assim começam a surgir os ‘postos específicos’ do handebol.
Tradicionalmente, os postos específicos se orientam de acordo com as zonas que a defesa cria.
Se uma equipe defende 3:3 ou 3:2:1, verifica-se geralmente o posicionamento de um armador central (AC), armadores esquerdo (AE) e direito (AD) como jogadores da primeira linha ofensiva; e pontas esquerda (PE) e direita (PD), além de um pivô (PI) como jogadores da segunda linha ofensiva; além do goleiro (GO) que fica com a responsabilidade de ser o primeiro jogador da defesa enquanto a equipe ataca, além, claro de poder atuar no ataque, já que ele possui liberdade de sair da área desde que esteja sem a posse da bola. A participação do goleiro no ataque indicará toda uma nova organização da equipe, podendo o goleiro realizar quaisquer uns dos postos específicos mencionados anteriormente.

Figura 1. Postos específicos em duas linhas ofensivas 3:3 (3 armadores – primeira linha; e 2 pontas e 1 pivô – segunda linha)
Verifica-se, que, quando a defesa vai se aproximando mais do gol, as duas linhas ofensivas começam a se misturar. Pontas jogam tanto na primeira como na segunda; o pivô começa a ter mais facilidade de circular na primeira linha ofensiva também.
Numa defesa 6×0, por exemplo, na qual a defesa fica toda bem baixa próximo da área, pode-se atacar com duas linhas (jogando no sistema ofensivo 3:3 – figura 1 – ou 5:1 – figura 2) e pode-se atacar também num sistema ofensivo 6:0, sem nenhum jogador na segunda linha ofensiva (figura 3).
Figura 2. Ataque zonal 5:1

Figura 3. Ataque zonal 6:0
Equipes que jogam com dois pivôs, organizam-se de forma diferente, geralmente com dois armadores mais lateralizados e dois armadores dividindo a faixa central da quadra, enquanto os pivôs jogam ou na segunda linha ofensiva, ou circulando entre as duas, jogando assim num sistema 4:2 (figura 4).
Figura 4. Ataque zonal 4:2
Dessa forma, os postos específicos ofensivos do handebol tradicionalmente são: armadores central, esquerdo e direito; pontas esquerdas e direita; pivôs e goleiro (que pode atuar em qualquer um desses postos específicos).

















muito legal!!!!!!!!!!!!!!!!!
meu msn(cassio_henrique94@hotmail.com)
Adoreii,eu estava em outro site,amsi de handebol,mais quando vi esse peguei e entrei nesse que era bem melhor
Adorei,quando precisa denovo volto nesse..heheheheheh
Bjão
aff nao entendi nada mais o que vale e a intencao
by:fernada
obrigdaaa
fiquei com muitas duvidas por qe naum entendoo nada disso de handii
naum gosteii , naum tem oq eu keroo , e eu num intendii ndaaa!
bom
ñ goatei ñ tem nada do que eu pressiso!!!!
muito dez a explicação, ta bem clara e resumida. e com o desenho ficou mais facil de entende-la
muito legal!
ameii, principalmente os desenhos
bjus
Muito BOm!!!!!!!!!!
Obrigado Bota mais REsposta da proxima VEz