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Material gentilmente cedido pelo Professor António Alberto Dias Cunha – http://andeboldebase.blogspot.com/

INTRODUÇÃO:

Minha formação na área do Andebol tem duas escolas:

  • Balcãs /Escandinava (são muito semelhantes) e francesa;
  • Minha experiencia como atleta e treinador nos escalões do andebol de base, mesmo sendo Treinador Principal dos vários clubes em que estive, Selecção Nacional, FCP-SLB-ABC-SCP-BFC.

Fiz muita formação em estágios, seminários a nível do Andebol de base, práticas nas escolas e clubes (semelhantes) dos Balcãs e tendo como apoio as selecções nacionais e seus treinadores e o clube mais representativo desta abordagem metodológica e com resultados ao longo de dezenas de anos o Metaloplastika (várias vezes campeão europeu de clubes e maior fornecedor de atletas para a selecção Nacional Jugoslávia – República de montenegro), conversas informais de muitas horas com O Mentor do Andebol em campos reduzidos, Vinic Tomlianovic, director técnico da Croácia.

ANDEBOL DE BASE (bambis, minis e infantis):

MODELO DE COMPETIÇÃO: Continuar Lendo »

O artigo dessa semana será publicado em formato PDF, pois ficou um texto bastante grande e a leitura dele no corpo do blog pode se tornar consativa.

Clicando abaixo há o link para download do material. Peço que leiam, divulguem, questionem, sugiram e etc..

Propostas para Competições no Handebol de Base – mini e mirim [clique aqui]

Abraços a todos,

Olá Amigos, feliz 2010 a todos.

Gostaria de discutir inicialmente algo que penso ter tudo a ver com esse começo de ano.

Muitos de nós participaremos, nesses primeiros meses do ano, de reuniões de ligas e federações, com a finalidade de discutir o cronograma competitivo, regulamentos e modelos de disputa dos respectivos campeonatos.

E, no mesmo ambiente em que se discutem as propostas cronológicas para categorias adultas, juniores e juvenis, estão inclusas as discussões sobre as categorias cadete, infantil, mirim e pré-mirim.

Mas o qual é o problema? Você deve pensar. Não seria este um momento oportuno para discutir o calendário competitivo de todas as categorias num mesmo momento?

Claro! Oportuno é. Mas essa oportunidade, muitas vezes, deixam despercebidos grandes problemas relativos ao processo de formação pedagógico-competitiva de jovens e crianças que compõe as categorias de base. Continuar Lendo »

Texto feito para o site Portal do Handebol – que pode ser visualizado clicando aqui.

É com muito prazer que agora também escrevo no Portal do Handebol. Esse texto também trás consigo um simbolismo muito importante: uma parceria entre dois portais que falam de handebol.

Portal do Handebol e Pedagogia do Handebol serão agora irmãos na caminhada de fazer nosso handebol crescer cada vez mais.

Considero essa abertura feita pelos colaboradores do Portal do Handebol para comigo um dos grandes diferenciais para o crescimento de nossa amada modalidade, que deve ser seguido e refletido por todos nós que queremos ver o handebol cada vez maior.

Hoje, com a internet, podemos falar sobre handebol de maneira aberta, e se ainda não temos handebol todos os dias na TV, podemos pela internet fazer o handebol crescer, ser estudado, noticiado, conhecido. Façamos nossa parte. União em prol de nosso handebol! Essa é a lição que espero passar hoje para todos, pois só com a união de nossas forças é que abriremos caminho neste dificultoso processo de afirmação do handebol dentro da cultura brasileira.

Espero poder colaborar com o Portal do Handebol, falando sobre o processo de ensino-aprendizagem da modalidade, sobre didática, metodologias, atividades e jogos para o ensino do handebol.

Espero poder contribuir com todos que acessam esse importante site.

Abraços a todos,

Prof. Lucas Leonardo

Coordenador Geral – http://pedagogiadohandebol.wordpress.com

Release recebido e que considero interessante divulgar.

Abraços a todos,

Próxima edição da revista ESPN traz matéria sobre o esporte e discute a relação do Brasil com a modalidade

Só no Brasil existe mais de 1 milhão de praticantes, o que faz do esporte o segundo mais jogado nas escolas do País, perdendo apenas para o futsal. Além disso, o Brasil é bi-campeão pan-americano da modalidade, tanto no masculino, quanto no feminino (Santo Domingo 2003 e Rio de Janeiro 2007). No entanto, o handebol brasileiro parece fadado ao amadorismo, uma vez que os projetos nacionais para o esporte são incipientes e sua popularidade não vislumbra grandes horizontes estando longe da TV aberta.

Para se ter uma ideia, 70% dos atletas que competem na Liga Nacional recebem em média R$ 600 a R$ 1.000, e o país está longe de ser um celeiro de craques por falta de um trabalho de base, mesmo que haja jogadores brasileiros com destaque no exterior. É o que mostra a reportagem “Esse estranho futebol jogado com as mãos”, da 3ª edição da revista ESPN, da Editora Spring, que vai às bancas na próxima sexta feira (8/1). A matéria levanta a discussão aos fãs do esporte e espera esquentar o debate sobre o porquê de a modalidade merecer mais atenção no País.

Com entrevistas com o goleiro Marcão, o ponta Fábio Vanini e a vitoriosa armadora Zezé, que agora atua na areia, a revista traz a dificuldade dos atletas para vencer as muitas barreiras antes de se tornarem profissionais. Por outro lado, Manoel Luiz Oliveira, presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHd), revela alguns planos para os próximos anos, como a adequação do calendário brasileiro ao europeu, a formação de seleções de base que renderiam atletas para a Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, e a efetivação da Escola Nacional de Técnicos, que deverá promover o intercâmbio de conhecimento entre treinadores.

Sobre a Spring Editora

A Spring Editora, sob direção de José Roberto Maluf, é responsável pela versão nacional da ROLLING STONE, conhecida internacionalmente, além das revistas AMÉRICAECONOMIA, ESPN, AERO MAGAZINE, DOCOL, OAS, DAY BY DAY, VOETRIP e REVISTA DA INDÚSTRIA – FIESP. Desde 2008, representa a Mídia de Bordo TRIP, que desenvolve conteúdo e ações de marketing personalizados e segmentados para o público da TRIP Linhas Aéreas, a maior companhia regional da América do Sul.

Mais informações

Rodrigo Figliola – rodrigo@linhaselaudas.com.br

Bárbara Freire – barbara@linhaselaudas.com.br

Tel: (11) 3465-5888

Linhas&Laudas Comunicação

www.linhaselaudas.com.br

Olá a todos, nós, colaboradores do site Pedagogia do Handebol desejamos a todos um ótimo período de festas. Em Janeiro estaremos destacando alguns textos já publicados no site e em fevereiro voltaremos com mais novidades.

Abraços a todos e muito obrigado pelo crescimento do site em 2009.

O jogo a seguir tem por objetivo trabalhar um importante meio tático defensivo, típico da defesa zonal: a cobertura defensiva.

Mais do que ensinar a movimentação da cobertura de maneira analítica de forma a fazer alunos/atletas simplesmente ‘decorar’ uma sequência de deslocamentos, através do jogo é possível fazê-los vivenciar a necessidade de realizar a cobertura por orientação do cumprimento da lógica do jogo (não sofrer mais gols do que faz), característica que deve ser o verdadeiro objetivo pedagógico do ensino desse meio tático defensivo tão importante para a orientação defensiva.

Temos a seguir, a figura base do jogo: Continuar Lendo »

Quem pensa que jogar com marcação individual é coisa somente de time grande, jogadores experientes e ainda por cima, coisa a ser feita apenas para anular os melhores jogadores de uma determinada equipe está plenamente enganado.

Jogar com marcação individual é na realidade um saber típico da iniciação ao handebol, pois através da marcação individual os alunos/atletas iniciantes podem vivenciar no momento em que joga tarefas bem definidas, o que facilita o cumprimento dessas tarefas, além de aprenderem a lidar com as referências bola, alvo a proteger e adversário de maneira que consiga entender como proteger seu gol, buscar recuperar a bola de seu adversário.

Se ao marcar individual ele esquecer-se, por exemplo de proteger seu gol, estará falhando em sua tarefa; se deixar de buscar a bola, dificilmente terá êxito em seu papel de defensor; e caso perca a referência de seu atacante (adversário) direto causará falha na estrutura defesiva de sua equipe.

Logo, jogar marcando individualmente possibilita saber lidar com as referências básicas do jogo, da mesmo forma que jogar contra uma marcação individualizada permite aos atacantes terem acesso a meios táticos individuais elementares para que se possa jogar bom o handebol como forma de solucionar os problemas do jogo.

Desmarcar-se é um desses meios táticos que considero elementares para que se joga handebol ofensivamente, ao lado dos apoios (ajudas para receber a bola) e das penetrações em espaços vazios.

Destaco hoje o “desmarque” pois essa ação possibilita o acesso às duas ações anteriores, pois quem se desmarca pode criar uma situação de apoio, ou mesmo penetrar defesa à dentro.

Porém, para aprender a se desmarcar não basta simplesmente falar: “Vamos lá, se desmarquem!”; torna-se necessário possibilitar que os alunos/atletas vivenciem essa habilidade de forma desafiante, tendo no ato de desmarcar-se algo necessário e importante para que o jogo ocorra.

Uma forma interessante de trabalhar as noções do desmarcar-se é sempre ter em um jogo alguém com posse de bola e alguém sem a posse sendo marcada por pelo menos mais uma pessoa.

Construirei abaixo uma sequência de 3 jogos que orientem de forma pedagógica as noções de desmarcar-se e, por consequinte, de como marcar bem individualmente. Continuar Lendo »

Como começar um trabalho com handebol? Essa pergunta sempre vem à nossa mente quando não conhecemos bem a modalidade. Para essa dúvida, quase sempre temos uma válvula de escape: fazemos do handebol profissional o modelo que copiamos na iniciação.

É como se tirassemos uma foto de um jogo de alto rendimento e com base nela, organizassemos todo processo de ensino do handebol. Veja abaixo uma foto de um jogo profissional. O que vocês identificam num jogo de handebol?

Ataque contra Defesa - como você vê o handebol?

Fonte - http://www.torrevieja.com - Ataque contra Defesa: Como você vê o handebol?

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Venho escrever sobre algo que vem sendo foco de meus estudos atuais (há pelo menos 1 ano, é verdade), que é a Lógica do Jogo, e no caso específico a lógica do jogo do handebol.

Tudo iniciou com conversas com o Prof. Rodrigo Leitão (um grande estudioso do jogo) em que ele me instigou muito sobre isso, me deixando com muita curiosidade de investir no estudo desse assunto, que rapidamente me levou à transferência desse conhecimento para o ensino do handebol.

Não é segredo para quem acessa esse site que considero o Jogo o principal meio de ensino contextual do handebol, pois é através do jogo que o aluno/atleta condiciona-se a responder às imprevisíveis necessidades que o jogo lhe exige quando atua numa partida. Continuar Lendo »

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