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* Antes de prosseguir, é interessante ler os seguintes artigos:

Conforme destacado no artigo anterior, escolher os jogos que serão utilizados para a organização de aulas e sessões de treinos depende de, pelo menos, 3 aspectos de análise:

  1. Como ocorre no jogo a manifestação dos Princípios Operacionais dos Jogos Esportivos Coletivos? (Bayer, 1992)
  2. Quais regras de ação serão manifestadas nesse jogo?
  3. O jogo aproxima-se ou afasta-se da ‘lógica’ do handebol?

As respostas seguem abaixo. Continuar Lendo »

Caros amigos,

Faço questão de divulgar para todos os professores de escolas que acessam o site Pedagogia do Handebol a iniciativa da Petrobrás junto à CBHb de organizar um torneio de handebol escolar de escala nacional.

É a Copa Petrobrás de Handebol.

Para maiores informações acesse: http://www.copapetrobrashandebol.com.br/

Abraços a todos,

Olá amigos, para essa semana recomendo a vocês a leitura do artigo do Professor Riller Silva Reverdito, colaborador do site Pedagogia do Handebol, escrito junto com o Professor Alcides José Scaglia, discutindo uma proposta metodológica para o ensino dos jogos coletivos, focando suas análises pedagógicas no ensino do handebol, trazendo a discussão do jogo sobre a ótica da gestão do seu processo organizacional.

Vale a pena a leititura!

REVERDITO, Riller Silva & SCAGLIA, Alcides José. A gestão do processo organizacional do jogo: uma proposta metodológica para o ensino dos jogos coletivos. In. Motriz, Rio Claro, v.13 n.1 p.51-63, jan./mar. 2007 [clique aqui]

Abraços a todos,

Antes de continuar a leitura desse novo artigo, sugiro a leitura dos artigos que são anteriores a esse, uma vez que se trata de um assunto a ser tratado em vários textos.

  1. Construção de uma Progressão Pedagógico para o Ensino do Handebol Através do Jogo
  2. Construção de uma Progressão Pedagógica para o Ensino do Handebol Através do Jogo – o Ato Motor e as Estruturas Motrizes

Conforme citado no artigo anterior (clique aqui) iremos tratar agora da ‘Escolha dos Jogos’, ou seja, como adequar cada jogo ao contexto de nosso grupo de trabalho.

Cada grupo de alunos/atletas com o qual lidamos corresponde a uma realidade diferente, conhecimentos diferentes sobre o handebol e vivências anteriores também particulares a cada indivíduo e cada grupo.

Torna-se, portanto, uma incoerência criar uma ‘receita’ simples de ser seguida, já que a pluralidade e a generalidade são aspectos relacionados a toda relação humana.

Seguir um modelo pronto (assim como o ensino tecnicista nos condiciona a fazer) passa a ser algo questionável. Não serão dados, portanto, modelos, receitas, caminhos definidos, mas sim pistas, dicas e reflexões que possam nos orientar dentro de uma progressão pedagógica.

Escolher um conteúdo a ser passado para nossos alunos é algo complexo (como tudo o que envolve educação, desenvolvimento humano e relações sociais) e para isso, quando temos no jogo nossa arma pedagógica, não basta apenas escolhermos uma série de jogos e montar aulas como alguém que com um baralho, descarta e escolhe novas cartas para seu jogo, é necessário planejamento e coerência pedagógica.

A escolha dos jogos exige um olhar para o conteúdo que se objetiva ensinar e como sistematizar atividades/jogos/brincadeiras que sejam capazes de orientar nossos alunos/atletas para aprender aquilo que queremos ensiná-los.

Esses conteúdos, no entanto, superam em muito aquilo que o olhar tradicional considera conteúdos a serem ensinados no handebol (os fundamentos técnicos isolados, de maneira geral, e abordagens fragmentadas da perspectiva tática/estratégica do jogo).

Se o objetivo é construir uma metodologia de ensino pautada no jogo, o jogo elaborado deve ser capaz de garantir que a aprendizagem seja conseguida exclusivamente jogando.

Para isso, deve-se inicialmente definir: “Como poderão ser os jogos que utilizarei na minha proposta pedagógica?”. Continuar Lendo »

No artigo anterior citei alguns pontos relativos ao desenvolvimento de um processo pedagógico para o ensino do handebol, destacando a ‘certa’ inveja que alimento do ensino pautado em premissas tecnicistas, por este método de ensino facilitar em muito ao professor enxergar o ‘de onde começar’ e o ‘para onde deve ir’ em seu processo tradicional de ensino.

Porém, essa ‘invejinha’ é deixada de lado quando, ao analisar que a forma de ensino tradicional acaba por fazer do jogo de handebol algo resumido em partes descontextualizadas de seu todo, fator que impede que a aprendizagem seja bem ministrada.

Ou seja, apesar do tecnicismo facilitar que o professor crie uma linha coerente de ensino  – dentro dos moldes tecnicistas –, ao analisarmos os frutos advindos desse processo de ensino, verifica-se lacunas muito grandes no que diz respeito à capacidade do aluno em resolver os problemas inerentes ao jogo.

Logo, um desafio pessoal que faço questão de compartilhar nesse site, é o de tornar fácil a compreensão de como desenvolver uma progressão pedagógica no ensino do handebol através da idéia do ensino por jogos.

Jogos, sim! Pois jogando, mantemos intacto algo primordial: a unidade complexa do jogo. Continuar Lendo »

Neste texto quero compartilhar uma preocupação com a especialização precoce de atletas no contexto da formação do handebol. A discussão não será quanto ao treinamento biológico precoce, mas quanto a especificação da posição, da falta de uma construção do conhecimento geral para o específico, deixando de promover a vivência e acompanhamento de todas as fases, sem prejudicar o aluno no seu processo de aprendizagem e aperfeiçoamento.

No dia-dia de treinamento de categorias de base chegam muitos alunos que não têm conhecimento sobre os conteúdos básicos do handebol e nem mesmo possuem um aprendizado anterior satisfatório para alcançar a meta do grupo, e muitas vezes não temos tempo de ensiná-los, sem pular etapas do treinamento, por já estarmos no meio do planejamento, ou quando já estamos com algumas metas traçadas. Porém, um erro grave e comum é colocá-los em uma posição durante os jogos ou coletivos em que eles não “atrapalhem” o treinamento ou onde “prejudicam” menos.

Nesta questão, quando um aluno chega nesta situação e o colocamos para jogar, em uma posição que julgamos menos complexa e lá o deixamos, estamos especializando precocemente um aluno que não passou por todas as fases do aprendizado. Em alguns de nossos textos publicados, falamos sobre o processo de ensino aprendizagem, em que envolvem os princípios operacionais e as fases do aprendizado para os jogos. Continuar Lendo »

Riller Reverdito e Ricardo Fragnan

Universidade Adventista de São Paulo Campus Hortolândia/IASP

Faculdade Adventista de Educação Física

Prezados amigos, saudações!

As possibilidades manifestas na prática esportiva são incomensuráveis e transcende aos limites de nossa compreensão. Sua capacidade de mobilização e transformação vai dos limites físicos a ascensão social. Temos diversas histórias em que o esporte transformou vidas. História de atletas que ultrapassaram o limite de seu corpo; os limites de sua mente. De maratonistas que correram ao máximo durante toda a prova, e, ao chegar a metros da linha final, correram além do seu máximo.

As histórias mais comuns geralmente estão associadas a atletas que no esporte encontraram grande ascensão no alto rendimento. Contudo, existem histórias de superação que caminham ao nosso lado. História de vidas transformadas. Nessas caminhadas tive o privilégio de conhecer o Ricardo que, além de aluno e amigo, é um ser humano inquieto. Nas palavras do grande lingüista Umberto Eco, uma pessoa disposta a buscar sempre algo a mais.

Pedi ao amigo Ricardo Fragnam, licenciado em Educação Física, para falar do esporte em dois âmbitos: pessoal – na transformação de vida; possibilidades pedagógicas – o esporte enquanto possibilidade sócio-educativa. Os parágrafos seguintes são contribuições de experiências vividas (relato de vida) e trazidas para a reflexão (possibilidades pedagógicas).

Antes de começar a falar sobre o handebol adaptado, gostaria de estar agradecendo a Deus e aos professores que contribuíram de forma significativa para minha formação acadêmico-profissional e de ser humano.

O handebol adaptado no Brasil é uma modalidade nova, Continuar Lendo »

Esta semana estarei postando aqui um artigo científico produzido por mim, o Professor Riller Reverdito e o Professor Alcides Scaglia na revista motriz.

Nele discutimos uma proposta metodológica de ensino dos esportes coletivos (e também do handebol) sob a perspectiva da família dos jogos, discutida na tese de doutorado do professor Alcides e que tanto defendo nesse espaço virtual.

Espero que apreciem a leitura, clique aqui para baixar o arquivo em PDF

Olá pessoal, gostaria de divulgar a palestra que estarei ministrando dia 26 de maio com início para as 13h30, em Campinas em parceria com a Secretaria de Esportes e Lazer de Campinas e a Associação Campineira de Handebol.

O curso será realizado no CEFORTEPE, situado à Rua João Alves dos Santos, 860 – Jardim das Paineiras (ao lado da Casa de Jesus).

A palestra abordará assuntos inerentes ao processo de especialização no handebol, focado na teoria ds jogos.

Maiores informações: http://www.campinas.sp.gov.br/esporte ou pelo telefone 3705-8058, falar com Cristiane

Caros amigos, hoje, excepcionalmente, não estarei falando sobre aspectos pedagógicos e metodológicos do ensino-aprendizagem do handebol.

Deixarei para vocês um vídeo e algumas fotos do “I Campeonato Paulista de HCR4″ disputado em Campinas, no dia das mães (10 de maio).

A iniciativa de ensino e treinamento dessa modalidade nos faz pensar muito no quanto o esporte é um fenômeno que pode trasncender a busca de resultados e performance, podendo ser sobretudo, uma ação humanizante.

Fica algumas imagens desse primeiro evento, que espero que se repita tradicionalmente em nosso calendário esportivo e os cumprimentos a todos de São Carlos, Sorocaba e Campinas, pioneiros no estado de São Paulo na modalidade.

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